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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Vou lhe mostrar o medo... último post de 2014

Acabo de ler "Vou lhe mostrar o medo o mistério de Edgar Allan Poe" do norueguês Nicolaj Frobenius, escritor que nunca tinha ouvido falar, mas que me pareceu muito bom, com uma história que me prendeu do início ao fim, me fazendo ler 80% do livro em um dia (hoje). Este livro foi um dos que ganhei de Natal. O outro foi "O Corvo" em uma edição ilustrada de Ryan Price e tradução e comentários de Luiz Antônio Aguiar da obra mais conhecida de Poe.



A história de "Vou lhe mostrar o medo" ainda não teve tempo de ser "digerida", se é que posso usar esta palavra para tentar explicar que alguns trechos ainda não foram absorvidos completamente por mim, uma vez que ainda não tive tempo para pensar na história, coisa que devo fazer melhor antes de ir dormir. Sem falar da minha "vista cansada" (coisa de velho) que me atrapalhou bastante nos últimos capítulos. O texto traz alguns personagens bem intrigantes e nunca mais gostarei de escutar alguém dizer "sir" (ou "sar" como é dito no livro).

Onde estou passando as férias, os vizinhos já começaram a soltar fogos há umas três horas. Soltam alguns, os cachorros da vizinhança latem, ficam um tempão sem soltar mais e soltam mais uns 2 ou 3. Obviamente isso irrita bastante os cães, o que parece divertir quem solta os foguetes.

A tendência é que soltem com mais frequência amanhã, uma vez que será a véspera do ano novo. É sempre assim aqui, em todos esses anos que passo as férias.

Termino este ano sem completar a meta de leitura do skoob (uma rede social para leitores brasileiros - skoob é books ao contrário, coisa que nunca tinha reparado até me atentarem para isto). Pretendia ter lido 9 livros, dentre eles estão Ensaio Sobre a Lucidez, A Casa dos Espíritos, Battlefield 3 O Russo, Diablo A Ordem,Sociedade do Medo A Irmandade, Presente de um Poeta, O Corvo, Vou lhe Mostrar o Medo e o que não consegui chegar nem a metade "A Guerra dos Tronos: As Crônicas de Gelo e Fogo". Este último, não consegui terminar por causa dos trabalhos da faculdade e por uma preguiça de ler que me "atacou" em parte do segundo semestre.

Espero terminar 2015 com uma meta maior. Falando no ano novo...
Feliz 2015 para os que leem este blog!!
Grande Abraço!
Até os próximos posts :D

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Bienal do livro de Minas 2014



Fui ao último dia da Bienal em BH deste ano. Foi a primeira vez que visitei um evento deste. E foi bem interessante aquela quantidade de livros num lugar só, os eventos do tipo contos de histórias para crianças, sessão de autógrafos, lançamentos de livros, etc. Voltei com os pés doendo de andar a procura de algum livro bom e com preço em conta. Aliás, os Best Sellers não estavam tão baratos quanto eu esperava e acabei comprando somente livros de R$10,00 (pão duro!).

Alguns estandes tinham livros com preços bem em conta, de R$10,00 a R$30,00. Segue a foto dos livros que comprei na Bienal:


Pablo Neruda - Presente de um Poeta: Me interessei em conhecer a obra do poeta chileno por causa de uma música da banda gótica mexicana Anabantha. Eles musicaram o Poema 20 (que inclusive está no livro que comprei).

Os Três Mosqueteiros - Alexandre Dumas: Sempre tive curiosidade em ler este livro e quando vi a versão ilustrada por "10 conto", tive de comprar.

A Floresta dos Pigmeus - Isabel Allende: Quando vi um livro da Isabel na banca de valor mais barato, peguei sem nem ler do que se tratava. Descobri depois que paguei o livro que ele era o terceiro de uma trilogia e que não tinha os dois anteriores a ele.

Sonhando a Palestina - Randa Ghazy: Me interessei por este por focar mais no lado da história que não é levado em conta pela maioria dos meios de comunicação.

Se você também gosta de ler e nunca foi numa Bienal não perca a próxima oportunidade em 2016.

G1

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Contos: Memórias de uma travessura

Era uma sexta-feira, por volta de 15 minutos para às 18 horas do dia 25 de julho de 1997. Em uma cidade do interior do Brasil, num bairro de periferia, com quatro ruas paralelas sendo que todas eram de terra, além da existência de poucas casas, seis garotos com idade entre 8 e 13 anos jogavam bola. Porém o mais velho deles já estava ficando entediado com o jogo e começava a tentar pensar em alguma brincadeira mais divertida.

De repente, um dos garotos chuta a bola quase no meio da trilha que liga a primeira rua com a rua onde jogavam bola. O mais velho vai buscá-la e nesse meio tempo finalmente formula a ideia da nova brincadeira.

Quando volta com a bola resolve contar aos amigos:

_Tive uma ideia - disse olhando no relógio de pulso - já são quase seis horas e não demora anoitecer. Nesse horário muitos adultos passam pela trilha e a gente podia aproveitar a escuridão da noite para assustá-los.

_Como vamos fazer isso? - Disse o de 12.

_É só cobrir o Juninho com papelão - disse o de 13 - e folhas de mamona ou de outras árvores, desde que sejam grandes, para camuflar e impedir que quem caminhe pela trilha veja ele.

_E se me baterem? - Perguntou o assustado Juninho, de oito anos.

_Podemos ficar atrás das árvores - respondeu Alex, garoto de cabelo loiro e curto com pouco mais de um metro e meio de altura e 10 anos de idade - e caso tentem te pegar a gente te ajuda a fugir.

Dito isto, os garotos procuraram os itens necessários para a travessura. Colocaram todos eles empilhados ao lado da trilha. Quando finalmente escureceu o bastante para que a "camuflagem" desse certo, cobriram Juninho com com papelão, folhas e alguns galhos de árvore.

Mudaram de ideia, não se esconderam atrás de árvores. Acharam melhor ficarem sentados na rua conversando e quando percebessem que "a vítima" começasse a prestar atenção naquela pilha de mato e papelão, eles puxariam assunto com ela para distraí-la.

Desse momento em diante ocorreu tudo como o planejado. Quando as pessoas chegavam perto da pilha, Juninho levantava, gritava e corria antes que as pessoas se recuperassem do susto, só dava tempo de escutar os xingamentos.

Por volta das 19h45, um senhor já cansado de mais um dia duro de serviço em uma fazenda perto daquele bairro, se assustou com o pivete, palavra que usou para xingar o garoto que o assustou. Aconteceu tudo muito rápido. Mal o senhor levou o susto e já empunhou um facão e saiu correndo atrás do garoto gritando "VOOLTA AQUI SEU PIVETEE!".

Os garotos mais velhos tiveram de atrair a atenção do enérgico senhor do facão, para que Juninho escapasse em segurança para a casa dele.

Esta brincadeira foi motivo de boas gargalhadas nos dias seguintes. Apesar de os garotos na época não terem celulares ou câmeras para gravarem aquela patacoada que poderia fazer sucesso no youtube atualmente, guardam essa zombaria na memória com a certeza de que tiveram uma boa infância.

Artur Santos

domingo, 14 de setembro de 2014

Leyenda Dime Jaguar (Tradução) - Terceira parte das lendas mexicanas que inspiraram canções da banda Fortaleza

Dime Jaguar (Jaguares)
Disco: Una Luz Entre Las Sombras



Na cultura asteca, o jaguar teve uma grande influência. O denominavam como "Ocelotl*", que consideravam como rei dos animais. Em Tenochtitlán os líderes militares de maior patente, os guerreiros mais importantes e ferozes vestiam capas, artefatos e máscaras feitas de plumas e pele de jaguar sendo chamados de cavalheiros jaguar, cujo título seria "Tlacochcalcatl", chefe de casa de armas. Os Imperadores Astecas não só se adornavam com capas, sandálias e usavam insígnias feitas de jaguares; tinham também o privilégio exclusivo de utilizar nos tronos, tapetes e cortinas feitos de pele de jaguar, tudo isso como símbolo de autoridade.

Para os Astecas o jaguar foi o disfarce de Tezcatilipoca, o deus responsável por guiar Quetzcóatl, a serpente emplumada que ensinou e introduziu a prática de sacrifícios humanos.

Na mentalidade asteca, a águia é também espírito irmão jaguar. Ambos são protetores dos poderes guerreiros terrestres. O animal envidraçado de manchas preside uma das irmandades secretas da cavalaria asteca, enquanto que a outra é regente pela presença senhorial da ave do bico adunco. Ao mesmo tempo, no trono cerimonial do monarca asteca, este se sentava sobre plumas de águia e dispunha sobre suas costas de um retalho manchado de pele de jaguar.

Na cultura Maia, o jaguar foi chamado Balaam ou Chac e era símbolo de poder. Pessoas que usavam roupas de jaguar eram pessoas com autoridade na sociedade, geralmente representado nos códices**. O Deus Sol se transformava em jaguar para viajar a noite pelo mundo dos mortos.

A pele com manchas deste belo felino representava as estrelas. As ruínas Maias de Yucatán produziram elaboradas imagens do jaguar. Para os Maias, o sol jaguar dominava a noite e o dia, o sol jaguar lutava ao entardecer com Xilbalban (o submundo) durante a noite, vencendo-o e saindo uma vez mais no dia seguinte.

Uma história Maia fala que o final da terra virá quando os jaguares ascenderem do submundo para devorar o Sol e a Lua e talvez o universo... e um eclipse é um sinal do evento final.

*Existe uma banda chamada Ocelotl que tem canções sobre os povos astecas. Este blog já divulgou o som da banda.
**Códices Maias são livros dobráveis produzidos pela civilização pré-colombiana. Os textos eram produzidos em papel oriundo de cascas de espécies de figueiras. Códice é uma palavra oriunda do latim, significando livro ou bloco de madeira. Os maias os chamavam de huun no idioma deles. Os Astecas, no seu idioma nauatl, chamavam os códices de amatl.

Exemplo de um códice Maia

Fortaleza - Dime Jaguar


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

La Leyenda del Tajín (tradução) - Segunda parte das lendas mexicanas que inspiraram canções da banda Fortaleza

Tradução da Lenda de Tajín
La Leyenda del Tajín
Disco: Una Luz Entre Las Sombras (Uma luz entre as sombras)

Após pouco mais de um ano e meio, quando escrevi a primeira parte de "Fortaleza e suas canções inspiradas em personagens, histórias e lendas do México"*, resolvi traduzir (tentar traduzir) outra lenda que inspirou uma bela canção da banda. Trata-se da Lenda de Tajín.


Antes de começar a traduzí-la diretamente do site oficial da banda, é necessário tentar esclarecer o que é Tajín. Segundo tentei apurar no site do Instituto Nacional de Antropologia e História - INAH (México) e na Wikipedia, El Tajín é a cidade pré hispânica mesoamericana mais importante da costa norte de Veracruz. É o maior sítio arqueológico da região, com grande acervo da cultura asteca e de povos pré invasão espanhola. Tajín é a cidade sagrada do povo Totonaca, considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Também é o nome do personagem da lenda Tajín y los siete trueños.

Fontes e curiosidades:

*Até então não havia planos para que se tornasse uma série de postagens sobre o tema, mas comecei a ler os posts antigos do blog e me deparei com este, que considero ter a influência de um bom acervo de lendas mexicanas. Junte-se a isto o fato de eu estar tendo aulas de espanhol e a tradução dessas lendas ser uma boa maneira de praticar.

La Leyenda del Tajín

A Lenda do antigo trovão foi escutada pelo etnólogo Roberto Williams Garcia, dos lábios de um ancião totonaco que vivia em uma colina com vista para a Pirâmide dos Nichos, na zona de Tajín, sendo publicada em 1954 na revista "Tlatoani".

Na congregação de Tajín, os totonacos relatam a existência de um ser sobrenatural, o antigo trovão, que permanece acorrentado no fundo do mar e cujos seus rugidos roucos começam a ser escutados desde o mês de junho, prolongando-se por julho até agosto.

O personagem era um órfão vagante. Em certa ocasião, seus olhos maravilhados viram um machado que, por próprio impulso, cortava lenha e seguidamente eles se uniram transformando-se em uma ferramenta. O menino seguiu o caminho e assim chegou a uma casa que era a Pirâmide dos Nichos, onde viviam 12 homens idosos, que eram os senhores do trovão, eles tomaram o órfão como servo, Talinmaxka ou Limaxka no idioma totonaco, recomendando-lhe que seguisse suas ordens.

Uma vez, quando os anciões se preparavam para sair para seus trabalhos, o órfão viu como tiravam suas vestimentas de dentro de um baú: a roupa do furacão. Ele saiu de casa usando a roupa e imediatamente provocou um furacão que começou a destruir tudo; as árvores desmoronaram, e cabanas caíram. Os senhores do trovão,ao se darem conta da situação, perseguiram o causador do tumulto, lançando montanhas de nuvens para capturá-lo, levando muito tempo para conseguir, porque o menino sempre escapava.

O menino foi levado para o mar, onde foi submetido e acorrentado para não se mover. Dizem que os roucos rugidos ocorrem por ele perguntar quando é o seu dia santo, mas os senhores do trovão o enganaram dizendo que era uns dias antes ou depois da data verdadeira: 24 de junho. Se abstiveram de dizer o dia certo pois pensavam que o garoto provocaria uma tremenda inundação que acabaria com o mundo.

No monumento de entrada a zona arqueológica de Tajín, em 1992 ficou representada esta lenda graças à habilidade do escultor Teodoro Cano.




Fortaleza - La casa dele trueño
https://www.youtube.com/watch?v=QBsUjUplZOU
Fortaleza- La Leyenda del Tajín (versão do disco)
https://www.youtube.com/watch?v=CrK4-4YV0GM
La Leyenda del Tajín ao vivo



sexta-feira, 28 de junho de 2013

Livro: Holocausto Brasileiro (parte 2)


O livro-reportagem conta histórias de ex-pacientes, ex-funcionários, filhos de ex-pacientes, jornalistas que conseguiram expôr ao país a "sucursal do inferno" (nome da matéria de Luiz Alfredo da revista O Cruzeiro) e médicos e políticos que lutaram pela extinção dos manicômios no país.

pacientes matavam a sede no esgoto que cortava os pavilhões

Daniela Arbex, autora do livro, também faz um breve comentário sobre o presente de grego que Barbacena ganhou quando perdeu a chance de ser a capital do estado, o Hospital Colônia.

Holocausto Brasileiro complementa a série de matérias (com o mesmo nome) do Tribuna de Minas em 2011. A história do Colônia representa a vergonha da omissão coletiva, que não deve se repetir nunca mais.

carrocinha onde os mortos eram carregados para o cemitério
Caso alguém queira conhecer mais a história, no youtube tem o documentário Em nome da razão, de Helvécio Ratton (também retratado no livro), de 1979.


Estação Bias Fortes, por onde chegavam os famosos "trens de doido".


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Livro: Holocausto Brasileiro



Logo que fiquei sabendo que este livro estava disponível na pré-venda da Saraiva eu aproveitei pra comprar ele e o Inferno, novo livro de Dan Brown. Porém o "Holocausto Brasileiro" chegou só hoje. Comprei este livro na esperança de que a jornalista e autora Daniela Arbex tenha registrado nas páginas deste livro que Barbacena ganhou o Hospital Psiquiátrico como prêmio de consolação por ter perdido a eleição que escolheu Belo Horizonte como capital do Estado.

Duvido muito que ela tenha retratado isto no livro, mas só saberei disso após eu terminar de ler, o que ainda vai demorar, uma vez que já estou lendo Inferno e o Poderoso Chefão (Mario Puzo).

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Eram os Deuses Astronautas?

Finalmente terminei de ler a 61ª edição de Eram os Deuses Astronautas do polêmico escritor suíço Erich Von Däniken. O livro trás diversas questões para o leitor analisar e buscar sua própria resposta. Um dos capítulos mais interessantes é o que fala sobre as pirâmides do Egito.

Pág. 96
Pág. 97
Pág. 98
Pág. 99

Assista a seguir o episódio Engenheiros da Antiguidade da 3ª temporada de Alienígenas do Passado, série do History Channel.


domingo, 26 de agosto de 2012

Mais um livro do HG na conta

Terminei ontem de ler o livro "Nas Entrelinhas do Horizonte", o quarto livro escrito por Humberto Gessinger. Só não li ainda o "Meu Pequeno Gremista". Nas Entrelinhas do Horizonte reproduz alguns textos publicados por HG no Blogessinger, com algumas mudanças na escrita, uma vez que a linguagem usada em um blog é diferente de um livro.

Confira um pouco do que vocês poderão ler neste livro:




Agora tenho de terminar "O Coração dos Heróis" do australiano David Malouf, pra começar a ler "Eram os Deuses Astronautas", mas confesso que estou um leitor muito preguiçoso ultimamente.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Finalmente terminei de ler "Jogo Sujo (Foul!)" de Andrew Jennings

Já terminei o livro há algumas semanas, entretanto não tinha me animado a fazer um post sobre ele ainda, mesmo ele sendo muito bom, a preguiça de atualizar o blog me dominou. Comecei a "lê-lo-hei-lo (lhe)" em janeiro, por isso "rolou" uma "vergonha alheia" de assumir que só terminei ele em maio.


Jennings escreveu sobre vários podres que aconteceram/acontecem na Fifa e entre seus dirigentes/patrocinadores. Nada muito diferente do que acontece na maioria das federações que "comandam" todos os esportes mundo a fora. Dentre esses podres, estão o envolvimento da Adidas com Blatter, a traição do suíço a João Havelange (quando ele presidia a Fifa), o enriquecimento do brasileiro, as disputas sujas para os países sediarem Copas do Mundo, a galinha dos ovos de ouro de Sepp Blatter, os podres de Jean-Marie Weber (presidente da Concacaf), tudo sobre o surgimento e a falência da ISL e o envolvimento de Ricardo Teixeira e seu ex-sogro, compra de votos nas eleições para presidente da instituição, escândalo de ingressos e vários casos de corrupção.


Jogo Sujo é o livro que a Fifa tentou proibir e finalmente tem sua edição em PT-BR. O jornalista da BBC foi proibido de participar das coletivas da Fifa e traz neste livro várias revelações que fazem o leitor olhar o futebol de maneira diferente após a leitura, mas vale a pena conhecer o lado sujo do esporte que pensávamos que só existia no mundo da política.

Atualmente estou "pelejando" (por causa da preguiça) pra terminar O Coração dos Heróis do australiano David Malouf e Nas Entrelinhas do Horizonte do Humberto Gessinger.

Encontrei ontem na Livraria Bernadete, "Eram os Deuses Astronautas?", do suíço Erich von Däniken, pela "bagatela" de R$ 37,00 (desconto por compra à vista). Já haviam me recomendado ele, porém nunca encontrava pra comprar aqui em Buracocena. É uma edição mais nova, por isso a capa é diferente da original.

O autor teoriza a possibilidade das antigas civilizações terrestres serem resultados de alienígenas (ou astronautas) que para as épocas relatadas teriam se deslocado. Na realidade ele acha muito estranho como as civilizações antigas, tipo os egípcios, terem construído as Pirâmides do Egito. Como eles transportaram os materiais sem os recursos que temos atualmente? Esta é uma das dúvidas que ele aponta em seu livro.


Quando eu terminar de ler este livro escrevo mais sobre o tema, pois no momento só sei o que já me falaram.