Hoje completam-se 10 anos do ataque da Al-Qaeda aos EUA no 11 de setembro de 2001. E como todas as mídias no mundo só falam nisso, as redes de TV exibem matérias e programas especiais sobre essa data e a maioria dos blogueiros publicaram alguma coisa durante esta semana sobre a lembrança de onde estavam e o que faziam no momento dos ataques ao WTC, também vou escrever um pouco sobre este tema.
Não lembro de muitos detalhes, só lembro que como a maioria dos garotos da minha idade ou mais novos, que também estudavam no turno da tarde, eu estava assistindo Dragon Ball na TV Globinho, quando a programação foi interrompida mais a maioria dos canais de tv não sabiam de início explicar o que estava acontecendo e porquê. No momento eu não tinha me dado conta da gravidade deste incidente, só fui entender melhor na aula de geografia desse dia.
Eu estava cursando o 1º ano do ensino médio na Escola Estadual "Professor Soares Ferreira" e minha professora de geografia era a Mércia (também conhecida como M3##@). Como a maioria dos professores de geografia/história ela era de esquerda (não sei se era filiada a algum partido), ela explicou a gravidade daquele acontecimento, expôs suas suspeitas de quais eram os responsáveis e falou sobre os motivos que fazem dos americanos um dos países mais odiados do mundo.
Dava para perceber um pouco de "felicidade" (não é a melhor palavra para expressar o que ela sentia) dela por ver os americanos sofrerem aquele ataque. Um pouco do que sinto atualmente. Lógico que sinto muito pelos inocentes que morreram naquele ataque, mas ninguém liga (principalmente os americanos) para os inocentes que foram mortos por eles no Afeganistão, Iraque e vários outros países que eles invadiram em nome de uma "guerra ao terror".
Confira o melhor post que li sobre esta data histórica aqui.
Tião Vettel venceu em Monza com muita tranquilidade na manhã deste domingo (aqui no Brasil) e ao contrário do que escrevi no último post, matematicamente, ele ainda não é o campeão desta temporada, mas é só uma questão de tempo. Os primeiros cinco colocados foram: Vettel, Button, Alonso, Hamilton e Schumacher. O "tio" schumi foi o nome da corrida, pois segurou Hamilton umas 23 voltas, com os dois proporcionando-nos um belo espetáculo, que com certeza deve entrar para a história da formula 1.
créditos: formula1.com
Eu que nunca fui muito com a cara do maior campeão da categoria, por culpa dos vários anos em que acompanhei as transmissões da rede Globo, onde sempre colocavam o Alemão como um vilão do brasileiro Barrichello. Ainda bem que parei de acompanhar as provas pela emissora carioca, o que fez eu mudar várias das minhas opiniões que foram influenciadas pelos narradores e comentaristas globais.
O brasileiro Bruno Senna não largou bem e caiu para a 15ª posição, se recuperou na prova, mas não foi muito longe e terminou em 9º. Para Galvão Bueno foi uma grande corrida do "primeiro sobrinho", o que não é verdade, pois só ganhou uma posição em relação a largada e só 15 pilotos terminaram a corrida.
Tivemos uma rodada de Liuzzi na reta de chegada, após a largada e logo na chincane ele bateu em Petrov e Rosberg e Rubens Barrichello não conseguiu fugir da confusão e se envolveu no incidente.
Vettel se emocionou no pódium, pois foi em Monza que ele conquistou sua primeira vitória na F1 e com um carro fraco (Toro Rosso).
Com o resultado de hoje, Sebastian Vettel aumentou sua vantagem para o segundo colocado para 112 pontos. Alonso é o novo perseguidor do piloto da Red Bull (com 172 pontos) e Jenson Button é o terceiro, pois também ultrapassou Mark Webber. A próxima corrida será em Singapura, daqui a 15 dias (25/09).
Confira a classificação do Mundial de Pilotos e Construtores:
O Britannia Stadium foi o palco ontem da partida válida pela 4ª rodada da Premier League 2011/2012, entre Stoke City e Liverpool, que até então, ocupavam a nona posição (5 pts.) e a terceira (7 pts.). Os donos da casa venceram com um pênalti contestável, marcado no início do jogo. Uma marcação que se fosse em um jogo do Manchester e contra os red devils, duvido que marcariam, mas como é contra o Liverpool, nem me surpreendo mais com isso.
créditos: LiverpoolFC.TV
O cotejo foi parecido com o da temporada passada, onde o time de Anfield também foi derrotado, não sabendo enfrentar o futebol "esquisito" praticado pelo time de Stoke. Faltou mais movimentação e velocidade dos homens ofensivos da equipe comandada por Kenny Dalglish. E na segunda metade do segundo tempo o treinador dos reds mudou a maneira de jogar da equipe, colocando Carrol e Bellamy e apostando em bolas altas na área, uma opção equivocada quando se enfrenta uma equipe tão forte no jogo aéreo quanto o Stoke City.
Além dessas dificuldades de transpor a barreira defensiva do adversário, a jovem esperança inglesa Jordan Hendersson, perdeu 3 oportunidades seguidas no mesmo ataque de empatar a partida. Continuo achando o garoto muito fraco ao contrário da fama que ele chegou aos reds. Outro que já reclamei aqui, e que na minha opinião também não está a altura de vestir a camisa dos reds é o Andy Carrol, que pelo visto, Dalglish também acha isso, já que nas últimas partidas Carrola tem começado no banco.
No fim do jogo teve um lance de Suarez, onde o uruguaio invadiu a área e tentou um chute cruzado já na linha de fundo e a bola bateu na mão do zagueiro. Pra mim, deveria ter sido marcado a penalidade máxima, já que mesmo que não tivesse a intenção, o braço do jogador do Stoke interceptou uma bola que ia na direção do gol.
Com o resultado os donos da casa ultrapassaram o Liverpool e estão na 4ª posição e o time de Dalglish ocupa a 5ª colocação até o momento. As duas equipes podem ser ultrapassadas pelo Newcastle (6º) que enfrenta o Queens Park Rangers nesta segunda.
Após a partida da tarde desta segunda a classificação será atualizada.
Confira os reviews da partida, feitos pela reds4us, site da ESPN e a entrevista de Dalglish após a partida repercutido pela reds4us.
Os vermelhos de Liverpool visitam o Tottenham (que começa a reagir no campeonato) na próxima rodada. O Stoke visita o Sunderland no próximo sábado.
FORTALEZA: Voz de los rumores que inundan la Villa Rica
Traduzido por: Eu ora! Por isso ficou péssima a tradução...
O México entende as guerras. Entendem de conquistas, invasões, e das implicações que tolera enfrentar o panorama eminente. Se existe um lugar em todo o México que conhece a sensação de ver enaltecido suas origens e sua segurança, esse lugar é Veracruz: território por onde penetraram os conquistadores espanhóis a mais ou menos 500 anos, e que além disso foi o cenário de batalhas sangrentas contra tropas francesas e americanas. Impossível extirpar da memória de um povo as histórias de valentes guerreiros que apesar de tudo defenderam nobremente sua região. Passaram-se séculos desde aquelas vitórias e ainda hoje são fontes de inspiração para criar e narrar histórias fantásticas, e é lógico que cada um escolhe contá-las a sua maneira: alguns preferem inclinar-se pelo lado puramente bélico dos acontecimentos e abominar dos intrusos o sonoro rugir do canhão. Outros se inclinam pelo romantismo subjacente da epopéia, por resgatar os triunfos da façanha heróica e divulgá-los com a certeza de quem conhece as bondades do multiculturalismo, ainda que sem passar por alto os derramamentos de sangue. Algumas pessoas tomar eventos passados e sublimá-los em Fortalezas.
Fortaleza é justamente o nome de uma banda veracruzana que desde 2003 se embarcaram na missão de dar voz aos sussurros que inundam Villa Rica. Seu veiculo: o metal melódico. É fácil deixar-se levar pela tentação de subir a Fortaleza ao navio do metal gótico, pois como muitas bandas do gênero, também contam com uma vocalista e incluem na sua música instrumentos clássicos. Mas basta aguçar o ouvido para notar imediatamente que Fortaleza navega por oceanos mais extensos: ondas de Power metal, marejadas de Heavy ou arrecifes de neoclassicismo se somam as influencias escuras, e juntos formam melodias que compartilham com o vaivém do mar que pode balançar com harmonia ou agitar liberando sua força majestosa. Não é simples definir onde está a marca registrada da banda: talvez seja o violino dos matizes distintos, ou suas letras que lidam com os temas mencionados no primeiro parágrafo e se alimentam de lendas coloniais, batalhas épicas, romance, literatura e harmonia com a natureza, ou talvez a voz viva que relatou a aventura em seus três álbuns de estúdio até agora: doce, mas com força suficiente; de tendências de opera , apesar de moderada, poderosa, mas prudente. Ou talvez tentar um todo que é muito mais do que a soma de suas partes planas.
Primeiro veio “La fortaleza de la soledad” em 2008: um álbum breve, de só sete canções. Tratava-se de uma pequena mostra, mas havia temas interessantes de se analisar. Mesmo que ao ouvir pela primeira vez o disco mostra elementos já presentes em muitas outras bandas com tendências épicas (cavaleiros, espadas, armaduras), o detalhe que permite diferenciar das outras bandas deste estilo está na faixa 6: uma música intitulada “Cerca de la media noche” cujo a letra se baseia na lenda do Callejón de Libranos Señor. Também encontramos referencias literárias em “Fausto”, tema alusivo a obra homônima de Goethe. A voz de Helena, a vocalista, parece frágil quando deve parecer, mas ganha uma força desafiante em peças mais velozes como em “Caballero de honor”. Repito, trata-se de um disco de curta duração mas sem dúvida alguma é uma estréia interessante de escutar.
Apenas um ano depois o crescimento da banda já era notado. Os propósitos de Fortaleza eram sérios e seu trabalho mostrava qualidades para sustentar-se por seus próprios pés em uma cena onde tudo parece soar igual. “Uma Luz entre Las sombras” chegou as lojas em 2009 envolto em um cuidadoso formato slip-case (é o termo usado para a proteção do CD, DVD ou BOX feita de papelão, que você puxa o CD de dentro): a arte do disco foi criada por Helena e dava conta de um ótimo gosto estético. Mas a melhor parte é que este álbum também é um deleite musical: o caminho iniciado por sua obra anterior robustece aqui com um bom senso mais inspirado e incomum para uma banda tão jovem. A energia das guitarras estão ali, mas não temem dividir o espaço com os teclados e o violino, que acompanham todas as canções do disco. As letras mantém uma ligeira aura poético-românticas, desta vez ao adicionar conteúdos relacionados à natureza, também revelam o interesse do grupo pelas mais diversas manifestações culturais: inclui um cover para um tema do espetáculo “Quindam” do Cirque de Soleil (“Seisouso” do compositor canadense Benoit Jutras) e outro “Dime jaguar”, do singular Saúl Hernadez (o qual não deve ser uma mera questão de gostos musicais, porque lembro que o jaguar era um dos principais animais sagrados da cultura Olmeca junto com os Totonacas e Huastecos se instalaram na região onde hoje está Veracruz). Claro, a lenda continua, desta vez representada em “La Mulata” (com piano e violino em harmonia) e “La leyenda Del Tajin”, este último inspirado em um mito Totonaca.
E como parece que esta banda não se cansa de trabalhar, em 2010 novamente estavam presentes com sua obra mais ambiciosa até agora: o sensacional “El ojo de la tormenta”. É que o disco em questão soa exatamente isso: uma concentração de forças reunidas em um só lugar, que vão mudando para latitudes diferentes, arrastando a tempestade que se vai ouvir. Um só violino não era suficiente, desta vez, de modo a representar a tempestade o grupo é acompanhado neste trabalho por uma seção de cordas, além de duas sopranos e um tenor. Aqui estão um dos temas mais agressivos de Fortaleza (“El eco Del miedo”, por exemplo), mas também encontrar experiências como a reinvenção que fazem ao som de “La Bruja”, e a fascinante canção que construíram baseado numa peça e que leva o título “La Condesa”, uma jóia de mais de seis minutos que constitui uma autentica apropriação do metal integrado com as raízes musicais jarochas. É verdade que outras bandas de metal no México e na América Latina já experimentaram sons “indígenas”, mas na maioria das vezes são instrumentos de percussão e instrumentos de sopro acompanhados de sons mais extremos: e o que Fortaleza faz é tomar um requinto e uma farra, e a partir dos padrões tradicionais do som jarocho, elaborar uma canção de metal, que não menos importante, incluiu em sua letra trechos de Jaime Sabines e Pablo Neruda. Sem medo de me equivocar diria que “La Condesa” é o mais perto que esteve o metal mexicano (pelo menos na sua vertente mais melódica) para ter uma verdadeira identidade (Anabantha tentou fazê-lo em seu recente “Hermanos de Sangre: El ritual”, mas sem atingir os níveis de refinamento alcançados por Fortaleza). E para coroar o número, um belo vídeo clipe com uma coreografia esquisita> Mas não pense o leitor que este é o único momento interessante de “El ojo de la tormenta”, pois como já foi dito, trata-se de seu álbum mais ambicioso: Helena brilha como nunca, com maiores nuances em sua voz que acompanham a perfeição a idéia de estar de estar dentro de uma tempestade que varia sua magnitude até amansar pacificamente na última canção do CD: uma luminosa balada “Un nuevo camino”.
E como se fosse uma profecia descendente da mitologia olmeca, as últimas linhas da última música do terceiro álbum marcam o fim de uma era em Fortaleza. No tema mencionado Helena setencia: "y con esta canción hoy me estoy despidiendo" (e com está canção, hoje me despeço), e coincidentemente assim foi. Em julho deste ano o anuncio oficial foi feito: a jovem cantora não faz mais parte de Fortaleza. Evidentemente as reações não foram agradáveis como era de se esperar, e se intensificaram depois de um segundo comunicado em que a banda apresentava sua nova vocalista, Ariana. É claro que não faltou quem tentasse fazer disso uma versão mexicana do caso Nightwish Tarja-Anette, e embora este humilde escritor acredite que é completamente fora do lugar, que é um fato que muitos perderam Helena. No entanto, julgar sem conhecimento não é um dos meus hábitos pessoais, então pro enquanto eu acho que a paciência é uma virtude que os fãs da banda devem ter. Da minha parte, estou ansioso em escutar a nova vocalista e ver qual será o próximo passo que dará Fortaleza, pois se tem uma coisa que eles mostraram ao longo da sua história é que são uma banda em constante evolução. O tempo saciará nossa curiosidade. Helena nos deixou um belo testemunho que ficou registrado em três discos maravilhosos, e Ariana está por escrever suas próprias páginas no próximo capitulo da banda. És bem vinda.
Video Games Live é um espetáculo feito por uma orquestra sinfônica para apoiar a cultura dos jogos eletrônicos, apresentando mais de 50 temas de games como Mario, Sonic e Zelda. Assisti a um trecho deste espetáculo no Multishow HD e achei alguns vídeos disponíveis no youtube. Confira:
2º- Villyan Bijev, jovem atacante americano de 18 anos, que veio do California Odissey para testes em Melwood. O jovem talento impressionou os responsáveis pelas categorias de base dos reds, mas não tem um Work Permit para trabalhar no Reino Unido, por isso já foi emprestado ao alemão Fortuna Dusseldorf.
5º- Raul Meireles esperou o final da janela para se dizer insatisfeito em Anfield para acertar com o Chelsea, não dando tempo de uma reposição a esta perda de Dalglish. Não sei se o clube fez alguma coisa ruim ao português, ou se ele é mal caráter mesmo. Acredito que Dalglish deve se arrepender de ter emprestado Aquilani agora.
As contratações não foram lá essas coisas, mas algumas dispensas foram ótimas, tirando a saída do Meireles (traidor). Esperamos que os que chegaram façam uma boa temporada e ajude a recolocar o clube entre os maiores da Europa.